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30 de jul. de 2010

Reflexão de sexta - Ser Falso Para agradar, ou Ser você mesmo?

Encontrei esse texto há algum tempo, mas ele é muito interessante e vale a reflexão o auto está no fim do texto... Aproveitem e reflitam!

Ser Falso Para agradar, ou Ser você mesmo?

Hoje acordei com uma enorme vontade de escrever a respeito do nosso ser, ou, de não ser. O que eu quero dizer é que, quantas vezes por dia somos nós mesmos… Sem máscaras, sem hipocrisia, “Verdadeiro”, “Sincero”…
A sociedade diariamente cria um medo em nós mesmos: o medo de que alguém possa rir de você, o medo de perder algo, que percam o respeito por você, medo da rejeição… Porquê não permitimos que as pessoas sejam exatamente como elas são?
Você já reparou que quando você está acompanhado com alguém, você está mais preocupado com ele do que com você mesmo?
Já percebeu que quando você está sozinho você faz caretas, dança, canta, lê, viaja (pensa), quantas vezes você se torna uma criança? Mas se de repente você percebe que está sendo observado, volta a se render ao seu ego - sério, patético, sóbrio, exatamente como as pessoas esperam que você seja… Que pena, não é mesmo? Porquê temos medo deles? E eles de nós? Todo mundo tem medo de todo mundo. Todos se escondendo atrás de alguma coisa falsa. Incrível!
Você acha que agindo assim, você está vivendo? Ou estamos simplesmente representando?
Quando estamos representando, não estamos sendo desonestos e hipócritas, também com nós mesmos?
Bem, mas se por um acaso você em determinado momento deixar que sua felicidade se manifeste, através de uma dança, de um grito, de um amor, de uma atitude “não comum”… pronto! Você passa a ficar fora da sintonia com a multidão, ou passa a ser um maluco, pelo menos aos olhos das pessoas que estão te assistindo…
Mas já notaram que as pessoas que conseguem se destacar, permitiram que o seu “eu” se manifestasse? Sem ter vergonha ou medo.
Elas expressaram as suas maluquices, porque, mesmo que por alguns instantes, deixaram de ser miseráveis, não estavam ansiosas, sem medos, não se preocuparam com as trivialidades… Estavam simplesmente vivendo cada momento com totalidade e intensidade… Cheias de amor, fragrância, vida e riso.
Mas fique experto. Muitas pessoas que estão ao seu redor não aceitarão a idéia de que você alcançou alguma coisa, que na verdade elas perderam. E para que elas tirem a sua alegria, serão capazes das coisas mais horríveis, de modo que você possa voltar ao rebanho.
É preciso ter coragem. Dirão que você é maluco, que irá perder, que “isso ou aquilo”… Mas faça isso: Diga a elas que estão completamente certas; que você decidiu ser exatamente você mesmo: Loucura com alegria, com felicidade, com dança, com amor; diga que eles têm escolhido a sanidade com miséria, angústia, tristeza, falsidade e hipocrisia - Simplesmente nossas escolhas são diferentes - Não se sintam ofendidos, pois eu não me sinto ofendido com vocês…
É isso mesmo que vocês estão lendo. O que eu disse foi: Vivam na sua Luz completa e original! Abandone todas as suas falsidades!

Mas e a diplomacia?
Ora, ser diplomático significa ser outra pessoa. Quer melhor sinônimo para hipocrisia do que, diplomacia? Seja simplesmente você mesmo! Não seja desonesto com você mesmo. Você não merece!
Todas as pessoas no mundo querem ser verdadeiras, pois só por serem verdadeiras, isso já lhes traz muita alegria e uma abundância de felicidade. Por que alguém deveria ser falso? Você precisa ter coragem para chegar a um insight um pouco mais profundo: Por que você tem medo? O que o mundo pode fazer com você? As pessoas podem rir de você; isso fará bem para elas – rir é sempre medicinal, é saudável. As pessoas podem pensar que você é louco… Você não vai ficar louco só porque elas pensam que você está louco.
E se você é autêntico quanto à sua alegria, suas lágrimas, sua dança, o seu amor…– mais cedo ou mais tarde aparecerão pessoas que compreenderão você, que poderão começar a se juntar à sua caravana. Faça apenas aquilo que sente que estava vindo de seu coração.
A sua maior responsabilidade é com você mesmo, com o seu coração e não com as pessoas no mundo.
Perceba que as pessoas estão muito mais preocupadas com problemas delas, com o mundo delas.
Acredite, somente nos seus sentimentos originais, as suas experiências autênticas irão com você, mesmo depois da morte…Pois elas te pertencem…
Nem mesmo a morte poderá lhe tirar a dança, as suas lágrimas de alegria, a sua pureza, o seu silêncio, a sua serenidade, o seu amor, o seu êxtase. Aquilo que a morte não pode tirar de você é o único tesouro verdadeiro; e aquilo que pode ser tirado pelas outras pessoas não é um tesouro, é apenas tolice.
Só viver nem sempre é viver. Olhe para a sua vida. Você pode dizer que ela é uma benção? Você pode dizer que ela é um presente da existência? Você gostaria que essa vida lhe fosse dada repetidas vezes? Ela está tão vazia. Por causa de seu vazio, as suas preces são vazias. Você não consegue preencher suas preces com gratidão. Gratidão, por que? Você nada mais está fazendo senão representando papéis em uma novela, você não está sendo você mesmo.
Você é realmente você mesmo? Ou está apenas fingindo ser alguém que a multidão ao seu redor queria que você fosse?
Para mim, um buscador da verdade deveria começar por abandonar tudo o que é falso nele, porque o falso não pode buscar a verdade. O falso é a barreira entre você e a verdade. Se tudo o que é falso for abandonado, você não precisa buscar a verdade – a verdade virá até você. Na verdade, quando eu digo, ‘A verdade virá até você’, isto são apenas palavras. Quando tudo o que é falso é abandonado, você é a verdade.
Eu Sou,
Wagner Veneziani Costa
Bibiografia:
OSHO - The Hidden Splendor - Cap. 15

29 de jul. de 2010

Cotidiano - na Universidade e nas Ruas

As experiências cotiadinas nos fazem pensar o quanto é necessário melhorar a educação não apenas no sentido da estrutura, mas a metodologia que cada disciplina abarca, pois percebi em menos de dois dias o quanto o ensino da História é deficiente.

O primeiro "conto" é do professor que acha saber demais ou pelo menos se embaraçou com tanto conteúdo que perdeu a noção de tempo e espaço para explicar a evolução do direito no Brasil. Em determinado momento é elucidado ao grupo da sala que a formação das ordenamento jurídico brasileiro tem por base o direito Anglo-Saxão e direto Romano-Germânico, até aí tudo bem. 

Grande parte de tudo que vivemos tem por início essas duas estruturas culturais, não seria nenhuma novidade se os PROFESSORES e toda a educação deixassem o conteudismo e "decoreba" para vestibulares de lado e ensinassem o que de fato é necessário. Criar o conhecimento torna-se uma tarefa árdua ao educador preso à rédeas dogmáticas voltados so mero objetivo de fazer alguém ingressar no ensino superior, mas no prepara de fato para viver e desenvolver-se dentro da academia.

Mas não fugindo do contexto, nesse meio tempo dentro das explicações, percebi que algumas gafes historiográficas foram cometidas, mas falar diante um doutor em direito acerca de um errinho de datas seria quase uma tolice, mas ao ouvir que "a formação do direito pelos bolonheses iniciou no momento que o direito romano fora redescoberto no século XVI, pois ele fora esquecido desde o fim do Império Romano do Ocidente se desintegrara, ou seja, já se faziam (sic) mais de 250 anos que não se lia NADA do direito romano até então"... Isso seria cômico se não fosse trágico saber o quão pedantes e prolixos tornaram a classe pensante do país.

Há mais erros de nível histórico na frase entre aspas, e também não escrevi exatamente tal como falado em sala, mas abreviei grande parte para não tornar a historinha tão prolixa como a experiência de ontem, no fim das contas o que faltou em mim, sobrou no professor falar e falar, deveria ter arguido de maneira mais incisiva, mas talvez o momento certo aconteça.

Saindo agora do meio acadêmico e indo aos momentos mais simples e onde a percepção das falhas são mais nítidas.
Hoje quando estava indo ao trabalho ouvi uma conversa que chamou minha atenção, duas mulheres conversando sobre o livro 1808 de Laurentino Gomes. Mas não foi uma conversa sobre o livro em si, uma delas estava lendo e gostando, fora recomendado por uma amiga historiadora. Pois bem, onde está o problema da educação, da estrutura na qual se abate nas escolas e dificulta o desenvolvimento do estudante? Está na própria discussão entre as amigas, pois ambas não conseguiam definir o porquê do nome do texto, nem mesmo a amiga que estava lendo definira com exatidão as coisas que falava, sendo que esse momento histórico é crucial no decorrer dos eventos que culminariam na Independência do Brasil (admito que não sou fã de carteirinha da História do Brasil, mas ressalto que é importante ter determinados conhecimentos acerca dela), acredito que mais importante que o "Grito do Ipiranga" consequência do evento ocorrido 14 anos antes.

O ponto de reflexão:
Diante de duas historietas provindas do meu cotidiano, que possivelmente pode repetir com várias pessoas no decorrer de suas vidas, é imprescindível mudanças no que diz respeito ao que ensina e como ensina, pois as pessoas podem tornarem-se simples repositórios de informações e não seres providos de consciência e conhecimento. Vale ressaltar que transformar o mundo não é o essencial, mas pelo menos fazer parte de um movimento que busque a luz do conhecimento ao modelo dos Iluministas, mas com um viés menos intelectualista e elitista.
Vale pensar e buscar agir!

Livro de Quinta - March Bloch - Apologia da Historia Ou O Ofício de Historiador

Sempre tive o desejo de compartilhar obras com amigos e conhecidos, mas era tarefa complicada. Mas no decorrer dos anos fui descobrindo meios mais simples de fazer tal serviço para uns (ou desserviço para outros), pois bem, começo hoje com a seção Livro de Quinta, o intuito é separar algumas obras de vários níveis para baixarem e aproveitar uma leitura agradável. Começo com um livro mais teórico, porém os interessados admirarão facilmente.

Apologia da História Ou O Ofício de Historiador – March Bloch

Resumo:


Fuzilado pelos nazistas em 16 de junho de 1944 próximo a Lyon, Marc Bloch deixava inacabado um livro de metodologia, ‘Apologia da História ou O Ofício de Historiador’ – publicado pela primeira vez em 1949 por Lucien Febvre. Esta nova edição da obra póstuma de Marc Bloch, organizada e anotada por seu filho primogênito Étienne, apresenta o texto em sua integralidade. Inclui também o Prefácio de Jacques Le Goff à edição francesa e uma Apresentação à edição brasileira, feita pela professora Lilia Moritz Schwarcz. O leitor conhecerá neste livro o trabalho de um historiador que afirma o interesse da história, legitima uma ciência histórica e define práticas, objetivos e uma ética. 

28 de jul. de 2010

CENSURA AOS HUMORISTAS

De acordo com especialista, humor na política deve ser preservado

As restrições impostas aos programas de humor pela lei eleitoral são inconstitucionais. É a opinião de Gustavo Binenbojm, professor de direito constitucional da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), que considera essas limitações uma forma de silenciar e censurar humoristas. A lei eleitoral proíbe que programas de rádio e TV “degradem ou ridicularizem” candidatos, provocando mudanças em programas como “Casseta e Planeta”, “CQC” e “Pânico na TV”. Em entrevista ao jornal “O Globo”, Binenbojm lamenta que sátiras políticas estejam perdendo espaço por causa da legislação. E considera um equívoco interromper um eficiente canal de comunicação entre políticos e eleitores. “O humor é um instrumento para atrair o interesse da opinião pública para um assunto”, frisa. O professor ressalta que o eleitor tem senso crítico suficiente para saber o que é apenas uma piada. “Se não acreditamos que o cidadão tem capacidade de fazer seu próprio julgamento, estamos caminhando para um regime fascista”.

Qual é a avaliação do senhor sobre as restrições aos programas humorísticos de TV previstas na lei eleitoral?

Gustavo Binenbojm: Existe uma preocupação da lei brasileira de assegurar a lisura do processo eleitoral. Procura impedir manipulações nos meios de comunicação, como o uso de informações falsas que possam favorecer ou prejudicar determinado candidato. Seria uma regulação até desejável, mas as restrições vão muito além. Visam a garantir uma neutralidade dos veículos de comunicação de massa incompatível com a liberdade de expressão. Tal como foi redigida, a lei eleitoral provoca um efeito silenciador sobre manifestações artísticas como sátiras, charges e programas humorísticos. Impede o público de conhecer fatos através do humor. Antes de ser um direito, informar e criticar livremente é um dever dos veículos de comunicação. E, além disso, todo cidadão tem o direito de acesso à informação.

O que poderia ser feito para reverter as limitações enfrentadas pelos humoristas durante a campanha eleitoral?

Gustavo Binenbojm: O Congresso Nacional poderia editar uma nova norma ou corrigir a redação atual para permitir a existência de sátiras sobre candidatos em programas de humor durante as eleições. Num ambiente de liberdade de expressão, isso faz parte do debate público. Muitas vezes, o humor é a forma que melhor desperta a atenção dos cidadãos para assuntos de interesse público. Outro caminho seria recorrer ao TSE para que haja uma segurança jurídica na aplicação dessa norma pelos veículos de comunicação. O entendimento do TSE sobre o que a lei determina poderia garantir a liberdade necessária aos programas de humor.

Os defensores da atual legislação afirmam que as restrições são necessárias para garantir a lisura do processo eleitoral…

Gustavo Binenbojm: Ao que parece, o objetivo da lei eleitoral no caso seria impedir que um candidato cometesse excessos na propaganda eleitoral obrigatória usando a TV ou o rádio para difamar um adversário. Mas esse artigo da lei eleitoral acabou atingindo os programas humorísticos em geral. O humor é um instrumento para atrair o interesse da opinião pública para um assunto. Uma sátira se utiliza de características da personalidade de um político para despertar o interesse do telespectador.

O senhor discorda do argumento que relaciona a sátira política a uma forma de ofensa ou difamação?

Gustavo Binenbojm: Além de informar, os meios de comunicação têm o dever de criticar os fatos. E isso pode ser feito sob a forma de sátira, de charge ou qualquer outro formato de humor. A lei eleitoral brasileira incorre numa inconstitucionalidade, porque a norma atual é incompatível com o regime constitucional que assegura a liberdade de expressão.

Nos Estados Unidos, os políticos são alvos constantes de programas humorísticos, como o “Saturday Night Live”, da Rede NBC, mesmo durante a campanha eleitoral…

Gustavo Binenbojm: O modelo da lei eleitoral dos Estados Unidos é o mais liberal do mundo. Confere aos veículos de comunicação total liberdade, inclusive para manifestar apoio a um determinado candidato. Na Europa, existem algumas formas de regulação que procuram resguardar a imagem dos candidatos. Mas a lei brasileira é ainda mais restritiva. Produz um efeito silenciador sobre os veículos de comunicação. Prevalece uma visão preconceituosa: a ideia de que a lei e o Estado devem proteger o cidadão de si próprio. É uma cultura oficialista. Avalia que o Estado tem maior capacidade do que o cidadão para formular juízo crítico sobre fatos de interesse público. Isso é uma forma de censura.

O programa “Casseta e Planeta”, da Rede Globo, eliminou imitações aos presidenciáveis do roteiro durante a campanha. O “CQC”, da Band, amenizou o tom na abordagem aos políticos. O humor está sendo levado muito a sério pela atual legislação?

Gustavo Binenbojm: O papel do humor na política é tão importante que deve ser levado a sério e, justamente por isso, preservado de restrições impostas pela lei. O político precisa aprender a usar o humor a seu favor. O deputado que consegue rebater de maneira informada, contundente, a uma pergunta de um repórter do “CQC”, está prestando um serviço à população e também a si próprio. Está usando um veículo de comunicação para sua promoção pessoal. Toda vez que suprimo o direito de manifestação, provoco um efeito colateral que é a propagação da ignorância, do desinteresse. O sujeito tem de ser capaz de fazer do limão uma limonada, de fazer da charge um instrumento de promoção de suas próprias ideias. De compreender que as pessoas têm o direito de discordar, que isso é parte do debate político. A sátira não é uma distorção. É um elemento de vitalidade das democracias maduras.

O eleitor brasileiro está preparado para diferenciar o que é apenas uma piada?

Gustavo Binenbojm: Se não acreditamos que o cidadão tem capacidade para fazer seu próprio julgamento, estamos caminhando para um regime fascista. O Estado vai informar o que ele pode saber. A opção no Brasil foi pela democracia. E a democracia comporta riscos e, muitas vezes, escolhas equivocadas… A atual lei eleitoral é própria de sociedades que passaram por períodos de ditadura militar e ainda não atingiram a maturidade da liberdade de expressão. O que é essa maturidade? Defender a liberdade de expressão ainda que, circunstancialmente, ela possa se voltar contra você.
 
Fonte: KIBELOCO

Peixe Urbano – O Primeiro Site de Compras Coletivas do Brasil

O Peixe Urbano ajuda as pessoas a descobrirem o que tem de melhor nas cidades onde moram.  
Encontramos os melhores estabelecimentos da cidade – restaurantes, bares, spas, cursos, shows, etc. – e oferecemos um super desconto (de 50 a 90%) para você poder experimentar o produto ou serviço. Conseguimos trazer esses descontos pelo poder das compras coletivas – negociando um número mínimo de vendas necessário que viabiliza o grande desconto. Por isso, para cada oferta ficar valendo, precisamos atingir um número de compradores. A vantagem é que você não precisa juntar esse grupo sozinho, o Peixe Urbano é que o faz – ajudando o nosso “cardume” a explorar a cidade onde mora.

Eu espero poder compartilhar com vocês os nossos aprendizados ao longo desse processo de criar essa empresa da fase de ideia a um produto adorado pelos nossos usuários e parceiros. Vocês podem se cadastrar no site aqui, e não se esqueçam de convidar os seus amigos e familiares a disfrutarem das ofertas que trazemos para você. Hoje mesmo, no Rio de Janeiro, estamos divulgando um pacote de Arvorismo oferecido pela Lagoa Aventuras por 50% de desconto.
 
Oferta de hoje:

 
Não só estaremos aprendendo bastante com o nosso consumidor, mas também com os nossos parceiros – o pequeno e médio empreendedor. Acredito que o nosso serviço é uma forma inovadora e diferenciada de expor os seus produtos e serviços a um público antenado e formador de opinião, sem custo para participar. Oferecemos o futuro da divulgação e só cobramos por novos clientes captados. Aqui no blog espero poder expor algumas das melhores inovações que estaremos elaborando com os nossos parceiros. Se você ou alguém que você conhece oferece um produto ou serviço que gostaria de divulgar (restaurante, café, spa, aula, show, loja, etc.), entre em contato conosco.


27 de jul. de 2010

Dica para quem gosta de livro!




Esse projeto é especial no meu dia a dia e não poderia deixar de fora: PDL espaço de trocas e de difusão do conhecimento, vale muito a pena conhecer.

Há muito tempo que desejava divulgar esse portal, ele é muito legal e encontrei grande parte da minha biblioteca virtual, espero que aproveitem tanto quanto eu.

Há também o seu blog E-books Grátis onde estará disponível grande parte dos livros, também alguns textos para reflexão e críticas literárias entre outras coisas interessantes.

Um site para quem curte design futurista





Esses são apenas aperitivos do que eu já visualizei no site, muito interessante a concepção de vários artistas envolvidos no trabalho de criação do site Concept Ships.

Onde encontrei? 
Passendo pelo Sedentário & Hiperativo encontrei o link para esse site e para um voltado para cenários futurista: Sparth.

Meu aniversário... Parabéns!


No último dia 23/07, mas precisamente na sexta-feira completei 24 anos, não como esperava ou desejava. Mas me encontrei de uma maneira, mais ciente de algumas coisas não percebidas com maior certeza no passado.


Fazer uma auto-crítica nesses momentos não seria o mais aconselhável, porém a medida que o tempo passa a percepção de inúmeras situações e circunstâncias tornam-se mais nítidas. Já que o tempo é algo que não podemos recuperar o máximo que deveríamos compreender é que tudo pode ser modificado, mas não refeito. Acredito em possibilidades maiores, oportunidades melhores, um crescer com estrutura e concreta. Mas as perdas e desvios são previsíveis e até mesmo necessários, pois das derrotas que surgem os melhores aprendizados.

Esses 3 dias com 24 anos ainda não me mostraram muito, mas a busca persiste e agora está mais centrada no EU. Se reflito é na eterna procura do eu, se não me encontro é por não ter ciência das minhas faculdades, algo muito parecido com Descartes (COGITO ERGO SUM). Mas não com tanta pompa ou a pretensão de pensar filosofia o bastante para me colocar a ponto de trabalhar com a minha própria existência (por mais que a crise existencial é uma característica nas pessoas genericamente).

Existe uma linha tênue em minha vida que divide a alegria extrema com a tristeza abissal, mas não sei como definir, alguns diriam que é bipolarismo ou os teóricos machistas simplesmente viadagem. Mas um pouco de otimismo sempre é válido. Desde que aceite as mudanças como fator de ascensão e não plena queda. Se estou crescendo ou não é o tempo, como sempre ele que dirá! E não é o momento de desistência ou desânimo! Seguir em frente é mais seguro.

Parabéns a todos que completaram anos no dia 23/07!





22 de jul. de 2010

Exemplo a ser seguido

Nesses momentos que paramos para pensar o quanto é importante a ação do povo no que diz respeito ao político, recepção de gala!



Reflexão? Nem pensar, devemos fazer a mesma coisa aqui no Brasil, e com isso esses políticos tomarem vergonha!

21 de jul. de 2010

Vale a reflexão - Velhos costumes sempre permanecem!


O sermão foi válido, claro que muita coisa que foi dita entrará pelos ouvidos, mas não ficará... Reflita!



Pensamos assim:
Por que alguns pais mantém determinados rituais? Ou então, por que os filhos não levam mais em consideração a necessidade de um diálogo mais amplo? Eu não quero ser o puritano ao ponto de falar que tudo é um erro, mas o mais interessante do vídeo (sei que é das antigas, mas vale o ato de pensar melhor) é a naturalidade do pai e o nervosismo do garoto. 
Mérito para o moleque que chegou (mesmo que com o saco na mão) e ao pai, pois soube medir bem as palavras, e seu intuito era demonstrar a necessidade de manter determinadas tradições (que na realidade não tem a mesma força que antes)...

Vamos aos fatos ligados ao autor Reflexxys...
Eu já passei por isso, mas essa história daria um livro fácil (talvez faça mesmo isso), foi uma experiência nova, já tinha mais de 19 anos, mas nunca tinha conversado de tal forma e com tanta convicção em namorar. E um detalhe marcante, estou com ela até hoje. Mas passei por momentos complexos por conta desse detalhe, tive que passar pelo teste (acabou dando errado) e quando a maturidade chegou foi mais tranquilo conversar e mostrar para família que poderia namorar com respeito e sinceridade.

Ponto de reflexão:
Somos ainda ligados a mecanismos sociais, isso é certo ou errado? Não importa, cada um leva a vida que quiser... Mas o vídeo mostra que mesmo com a desintegração vagarosa da família, ainda há algumas que preferem continuar, como disse, com tradições e costumes que denotam caretice, mas pode também a possibilidade de um arranjo entre o antigo e o moderno, pois mesmo que o garoto peça ao pai, a menina ri da sua atitude e diz que "foi horrível"... Vale refletir sempre...

Voltei... Tudo novo!!


É com grande expectativa que retomo a minha pequena brincadeira das horas vagas (literalmente)...
Queria apresentar agora um projeto novo, como podem ver mudei o nome e com isso pretendo também dar uma nova ideia para meu espaço na internet. Talvez retome ao hábito de escrever e claro, fazer com que as pessoas se deliciem com as mínimas coisas que apresentarei.

Por que mudou?

- Bem, estive por muito tempo afastado, aconteceram coisas na minha vida que se tornaram imperativas em determinados momentos, com isso ausentei quase que completamente da internet e o blog foi o que menos me importou. Continuei visitando meus ídolos cibernéticos (Sedentário & Hiperativo, Dr. Pepper, Um Sábado Qualquer, Chongas, Jacaré Banguela, Brogui, Não Salvo... É uma lista imensa) que realmente me inspiram a continuar.

Reflexxy?
- Momentos de inspiração é algo sem igual, não acham?? Estava no trabalho buscando algo para fazer e surgiu a ideia de retomar o blog, mas o nome antigo não era o desejo original, sempre estive meio incomodado com o nome, nem sou mais de beber, e nem quando bebia vivia em bar! Talvez pensasse apenas num nome que chamasse atenção... Agora foi diferente, eu "refleti" muito bem, e consegui criar algo legal e chamativo, no qual existe até uma ligação comigo. E daí após muita (mentira!) reflexão e imaginação pude tirar algo...

Minhas pretensões?
Para ser sincero, nenhuma, eu gosto de fazer algo para sair do ócio, o interesse por fazer blog é pela facilidade de estar sempre ligado nas novidades da internet, mas não quer dizer que seja um gênio do computador, até onde sei será o suficiente para trabalhar nesse blog, mas procurarei aperfeiçoar mais e mais...

Foco?
Talvez retome a ideia original do blog antigo para aquecimento, mas aos poucos terei que fazer algo que me agrade, claro, não é fácil ser tão criativo quando não se pode dedicar tanto, porém minhas pretensões é tornar algo mais pessoal, mostrando quem sou...

Considerações finais?
Só para não deixar de comentar o mais importante, aquele que estiver afim de ajudar ou participar comigo como co-autor, não hesite, quem quiser será bem-vindo, e o que pode fazer? O que desejar, o formato da sua imaginação não existe, o que proponho é um espaço dinâmico e fácil de atualizar, inicialmente simples e finalmente simples... O ato de reflexão e ação vai determinar o resultado de cada empreitada!

Forte abraço meu povo (sei que não muitos)...