São poucas as vezes que temos um sensação tão ímpar, verdadeira e prazerosa; vejo principalmente pela minha ótica, quando toco, cheiro, ao abrir um pacote, folhear as primeiras páginas. São momentos como esse que vale, e muito, amar os livros. Não apenas pelo ato de tê-los, mas de absorver o melhor que ele pode oferecer.
Na minha experiência de hoje, 16/02, ter em mãos uma obra tão desejada, esperada e querida, renovou o desejo de continuar a construir o melhor de uma biblioteca particular, algo que não satisfaça o meu ego, mas da preservação de um tesouro no qual o dinheiro não pode, jamais, equiparar, novamente, pela minha forma de valorizar as coisas.
Por isso, preservar um livro é um dever de todos, mesmo com a possível e atual condição de substituição para os e-books (lembrando que também acho uma realidade louvável), mas há como deixar de lado aquela sensação de ter em mãos um livro?