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24 de fev. de 2011

Livro de Quinta - Pedro Paulo Carneiro - Dossiê do Beijo

Para comemorar esse retorno, quero compartilhar este livro com vocês... Em especial aos apaixonados e que gostam de entender melhor sobre a relação a dois nos mínimos detalhes...

Pedro Paulo Carneiro - Dossiê do Beijo                                                                 

Sinopse: Após 13 anos de pesquisa, Pedro Paulo compilou um dossiê com 484 formas de beijar. Neste livro o autor reuniu informações sobre a história do beijo - o beijo no cinema e na tv, curiosidades, depoimentos e dicas de beijos. O livro conta ainda com um caderno de fotos.

Reflexxy agora está ficando sério - Pensamentos


Cotidiano: eu e o mundo – processo reflexivo

Dias atrás uma das minhas aulas ajudou a refletir mais que o normal, quis encontrar respostas para questionamentos nos quais a alienação nos cega e emudece constantemente e no decorrer de tais dúvidas a velha e boa pergunta existencialista: quem sou, quem fui, o que serei, o que somos, por que aceitamos tudo calados, tenho culpa, os outros me culpam demais (tudo tem uma interrogação no final, mas preferi deixar sem mesmo)... Para onde vamos e a crise está em nós e conosco ou apenas aos outros?

A disciplina é Filosofia e Lógica Jurídica na qual ajudou a expandir os pensamentos pelas discussões em sala, mas os questionamentos são antigos, mas mantive em suspenso, talvez por recear não ser competente suficiente para dizer o que penso, por mais simplório que pareça para alguns e até mesmo ridículo, é necessário colocar seus pensamentos para que os outros possa compartilhar, criticar, ajudar a melhorar, ampliar os próprios meios de expressão.

Acredito que por mais que as informações não param de chegar a nós é mais que necessário criar, ficar passivo diante de tudo é deixar que outros decidam por mais, onde quero chegar? Bem, sempre fugi desse tema, se lerem alguns textos anteriores já tinha comentado sobre: Política e sociedade. Essas temáticas se misturam com o dia a dia, a todo instante acontece algo e ficamos calados ou fazemos o que deveríamos desde sempre EXPRESSAR.

Os países árabes que iniciaram o movimento de liberdade é um exemplo importante, ao logo da História desses povos desde o surgimento e unificação sobre a égide islâmica a dominação despótica sempre fora a ordem vigente, nunca se teve um momento realmente democrático, mudavam os reinos, lideranças, formas políticas, mas não a perseguição e supressão dos direitos individuais, porém por que o Ocidente, tão vinculado ao discurso democrático, aceita calado ou omisso lideranças ditatoriais? Antes da democracia existe outro conceito ou modelo que rege a todo instante as relações humanas, vai parecer marxista, comunista, socialista e hipócrita, mas o capitalismo supera e muito todos os outros grandes feitos do homem livre.

Qual a relação da “crise árabe” e o capitalismo?
Todas as relações possíveis, pois foi preciso criar, desenhar e impor determinadas lideranças para que as potências do passado, mas que acreditam ser incontestáveis, pudessem conseguir aquilo que a força não mais seria capaz, ao maquiar o imperialismo com a dita propagação democrática por parte de determinados países foram impostos governos marionetes, talvez você esqueça que isso aconteceu na América, não preciso ir muito longe, o próprio Brasil passou por dois períodos ditatoriais, e o segundo, em especial, terminou com a agitação social? As pessoas acreditam realmente nas Histórias contadas no que dizem os documentos oficiais, sem procurar as verdadeiras respostas é melhor nem continuar a leitura. Exatamente, a sociedade da década de 80 não fez nada que pudesse realmente democratizar o país, foi um apoio importante para acabar com a ditadura, claro, mas por que não tivemos caça as bruxas como eles, os militares, fizeram quando chegaram ao poder? Por que eles não sofreram nenhuma sanção realmente capaz de punir por tal ataque à democracia? E ainda dizem que foi uma revolução democrática (lembrando que é o mesmo discurso da maioria das ditaduras ao redor do mundo).

Brasil e países árabes, cotidiano e eu, política e sociedade, “esse cara está ficando louco ao escrever isso e nos obrigar a ler”, estou falando de tantas coisas, mas a relação existe e se realmente acha que nada faz sentido, pode esperar mais um pouco ou simplesmente parar de ler, somos uma democracia, certo? Errado, somos peças de um tabuleiro e claro que nos impuseram a função de peões, no sentido estrito. Enquanto populações, milenarmente, dominadas por governos autoritários buscam algo tão precioso e que na essência pertence a todos: LIBERDADE, nós brasileiros acreditamos que somos totalmente livres para expressar, para buscar nossos direitos, dizer a todos sobre tudo e muitas vezes isso é interrompido pela própria fragilidade existente dentro de cada um.

Fomos ou somos impelidos, para não dizer coagidos a ficarmos calados, mas creio que existe algo a mais, talvez pela própria impotência crítica, e quando achamos que estamos protestando, exemplo nas eleições a vitória do senhor Francisco Everardo Oliveira Silva (quem ler depois coloca no comentário quem é), nos mostra o quanto precisamos evoluir social e politicamente, somos estúpidos, analfabetos, estou colocando o pronome certo, pois tenho que incluir todos mesmo, pois quando vamos votar cremos que o protesto é colocar determinados candidatos nos quais se caracterizam pelo duvidoso, você dirá: Mas se voto em fulano vai roubar, para protestar vou nesse palhaço mesmo.

Engraçado demais dizer que votar em um palhaço é protesto, no fim das contas palhaço é quem votou no primeiro, sem querer ofender os paulistas, que não devem ser apenas os únicos culpados, como meu professor falara em sala: Cada povo (cidadão) tem um representante que merece. Fato! Agora reclamem, se o ferro fere com ferro será ferido, todos quiseram mostrar que poderiam colocar qualquer um lá e realmente fez isso. O voto é usado como chacota nas eleições, mas durante 4 (quatro) anos o usado somos nós que deixaremos o salário deles aumentarem mais de R$ 10.000 e o mínimo R$ 35 os economistas depois me digam qual a proporção percentual de elevação, não deixando de pensar na carga tributária, estamos pagando taxa sobre taxa e ainda assim queremos protestar elegendo representantes sem o mínimo de reconhecimento público, vê-se o próprio slogan de campanha: “PIOR QUE ESTÁ, NÃO FICA!” Então aguente firme e mantenha sua letargia como sempre, aceitando tudo calado, pois no fim das contas deveria acontecer uma prisão coletiva, já que todos os políticos são corruptos, cada cidadão deveria ser acusado de corrupção passiva. Definição: O Código Penal, em seu artigo 317, define o crime de corrupção passiva como o de "solicitar ou receber, para si ou para outros, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem."

Sei que serei taxado de exagero, mas vale da interpretação da lei, não vou entrar na hermenêutica, na teoria, na jurisprudência, mas que se possa entender o quanto somos responsáveis pelo tipo de administração (executiva, legislativa e judiciária) que temos. Tudo é resultado de um processo guiado pelas lideranças e confirmadas pela passividade popular, não há como negar que nossa parcela de culpa é maior nessa evolução (se é que posso chamar a atual sociedade de evoluída). Como resolver? Iniciar uma Revolução? Que seja, mas que possamos nos tornar atores de tal processo e não espectadores alienados. Um ato revolucionário muitas vezes pode iniciar sem necessidade de violência ou caos.
Mas a atitude em si pode ser definida como revolucionária, estou escrevendo coisas que se passam pela minha cabeça, minha indignação com tudo que está rondando meu viver e eu calado, preso à rotina, aos ditames de uma sociedade corrompida e que corrompe, de que basta manter-me letárgico e passivo sendo que o mundo lá fora está em decadência, não existe crise nos países árabes, na realidade é um tomada de consciência daquele povo diante ao problema institucional e administrativo. A crise de fato está no modelo neoliberal, capitalista, demagógico, dito democrático no qual o BRASIL vive. E somos parte disso, somos culpados por isso, estamos nos condenando por aceitar o que nos impõem, vivemos uma mentira que as televisões, os artistas, os ditos intelectuais de direita, a falaciosa esquerda, a justiça cega e desvairada, a política deturpada e distante. Somos parte de um vazio chamado presente, esperando que o país do futuro seja algum exemplo, mas qual seria? Continua...

16 de fev. de 2011

Primeiro projeto de lei do Dep. Newton Lima

PL-393/2011 - Newton Lima                                                            

Evolução dos computadores...

Sinceramente acho muito interessante a junção de História e tecnologia, a evolução de algo que hoje é indispensável para nossas vidas...

Saiba mais sobre os 65 anos do primeiro computador eletrônico digital


Hoje em dia um iPhone na mão de uma criança é um brinquedo manipulado com extrema naturalidade. Quem nasce na era do touch-screen não imagina que está diante de um velhinho que, nesta segunda-feira (14), completa 65 anos de vida: o computador digital. A data marca o lançamento do Eniac (abreviação de Electrical Numerical Integrator and Computer), desenvolvido na Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, entre 1943 e 1946. A importância do Eniac está em ser o primeiro computador eletrônico digital que calculava em larga escala.

"O Eniac foi o primeiro do tipo desenvolvido nos Estados Unidos em um projeto bem sucedido e predecessor de computadores importantes para a evolução dessas máquinas", afirma Maria Cristina Ferreira de Oliveira, professora do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP). Segundo a professora, o projeto inicial previa o investimento de US$ 150 mil, mas acabou custando US$ 400 mil. "Na época, para criar qualquer máquina era necessário mihões de dólares", conta Maria Cristina.

Computadores e a guerra
Engana-se quem imagina que, na década de 1940, os pesquisadores pensavam em elaborar um computador para uso pessoal. Essas máquinas se desenvolveram significantemente com a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais. O Eniac, por exemplo, foi criado para calcular tabelas balísticas. "Os americanos queriam saber como deveriam posicionar seus canhões para certar o alvo. Antes do Eniac, esses cálculos exigiam grande esforço humano, sistematizado e automatizado com o computador e que também reduziu erros", explica a professora.

O Eniac demandava muita mão de obra. Ele ocupava uma sala com 300 m2, tinha 2,5 m de altura e pesava 30 toneladas. Possuía 17.470 válvulas que esquentavam e , por queimarem, sempre tinham que ser substituídas. Ele era programado fisicamente por um painel repleto de plugues e chaves - conforme a posição delas, ele executava uma tarefa.

Os dados eram inseridos por meio de cartões perfurados, sendo que o resultado era apresentado em um painel repleto de luzes, chaves e cabos que acendiam ou apagavam de acordo com a função. Realizava cinco mil operações aritméticas por segundo. De acordo com o Computer History Museum, localizado na Califórnia, Estados Unidos, em uma década esse trambolho fez mais contas do que a humanidade inteira tinha feito até então. "Hoje, qualquer calculadora de engenharia é mais rápida que ele", conta Maria Cristina.

História do computador
No livro "Introdução à Programação com Ada 95", o autor Arthur Vargas Lopes conta que as avós dos computadores eram as máquinas de somar no início do século 17. Em meados de 1800, criou-se uma conhecida como "difference engine" que definiu o conceito de computador digital mecânico controlado por programa, que incorporava uma unidade aritmética, uma unidade de armazenamento, mecanismos para leitura e gravação de cartões perfurados para impressão".

Segundo o museu Computer History Museum, o censo de 1890 nos Estados Unidos, com cerca 63 milhões de habitantes, não teria terminado antes de 1900 se não fosse criada a máquina de tabulação que lia dados gravados em cartões perfurados. Inspirado na ideia, em 1934, o computador Mark 1, projetado na Universidade de Harvard, multiplicava dois números de 23 dígitos em seis segundos - um computador atual faz o mesmo em menos de um segundo.

Depois do Eniac, nasceu o Edvac com memória binária - como são os computadores atualmente -, marcando o aparecimendo dos modernos computadores digitais. O Edvac, diferentemente do antecessor, usava a mesma memória para armazenar dados e programas sem a necessadade de alterações na parte física (espécies de manivelas). Em seguida, veio o Univac, primeiro computador comercial. "Antes, os computadores eram essencialmente usados em ambientes acadêmicos e de pesquisa", explica Maria Cristina. "Países, bancos, grandes coorporações tinham interesse nele, já que fazia cálculos funcionando em diferentes contextos", completa.

A demanda pelo computador crescia em meados de 1950. Na época, os interessados reservavam horas para usá-lo. Até que vieram os mainframes, que poderiam ser comprados por um preço mais acessível, mas deveriam ser mantidos em salas refrigeradas. Para aplicações acadêmicas, foram criados os minicomputadores e, em seguida, os microcomputadores e os computadores pessoais (PCs). Até chegarmos ao que conhecemos hoje. Veja a evolução dos computadores, com fotos do Computer History Museu:









FONTE: Por Isis Nóbile Diniz, da Redação Yahoo! Brasil